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sábado, 5 de maio de 2012
Pré-Conceito sobre Motoboy
Há um conceito já firmado na sociedade de que se está trabalhando nas ruas, este profissional com certeza não é boa pessoa, vide a discriminação que os camelôs de rua sofrem. Se esse profissional além de trabalhar nas ruas ainda for em cima de uma moto, então é marginal.
Fico triste, pois só quem já trabalhou nas ruas sabe que este pessoal rala, na chuva, no frio, no sol, no calor e convivendo com os riscos da total falta de segurança. Os profissionais das ruas contam apenas com a cooperação dos colegas e ainda alguns...
Acabei de ler uma notícia que vai ao encontro disso que acabei de falar, ela diz o seguinte:
"Ao meio-dia de hoje, um motoboy tentou furtar o capacete de uma motociclista na Av. 10 de Setembro, próximo a sinaleira. A mulher havia estacionado a moto para ir à Caixa Econômica Federal e deixou o capacete escorado no espelho. Seu irmão ficou ao lado, em outra moto, aguardando. No mesmo instante, um motoboy se aproximou da moto e foi pegar o capacete. O irmão, indignado, disse que o capacete tinha dono, espantando o motoboy, de Novo Hamburgo. " (O diário Net)
Como assim? Como sabem que o ladrão era motoboy? Em nenhum momento da notícia foi dito que ele estava em uma moto, com baú e com colete refletivo!!!!
Já escrevi aqui sobre, Motoboy para fazer o bem, que a cidade de Sorocaba estava utilizando um profissional motoboy e desse modo agilizando o atendimento na área da saúde do município.
Existem bons e maus trabalhadores em todas as áreas, a sociedade apenas precisa saber diferenciar e não generalizar toda uma categoria sobre um guarda-chuva de negatividades.
domingo, 23 de maio de 2010
Acatada denúncia contra policiais
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Só espero que após a poeira baixar esse caso não seja esquecido e nenhuma punição aconteça.
domingo, 27 de dezembro de 2009
MULHERES NA MOTO
Seguem alguns trechos da matéria:
Cada vez mais as mulheres estão se destacando e ocupando novos espaços de trabalho, e aqui em Canoas não poderia ser diferente. Temos muitas mulheres exercendo diversas atividades nos setores em que predominava o ‘universo masculino’.
Graziela Maciel Rodrigues, 29 anos, é um desses exemplos. Moradora do bairro Mato Grande, trabalha em uma empresa de serviços de entregas, como motogirl. Com sua moto, transporta documentos, pedidos de peças de automóveis, peças de motos, flores etc.
‘Minha paixão por motos começou desde a infância, pelos 12 anos, e continua até hoje, por isso escolhi esta profissão’ - relata.
A motogirl conta ainda nessa matéria: No trabalho que exerce, ressaltou que o maior desafio que enfrenta é o desrespeito no trânsito. Tem que estar muito atenta e driblar o tempo para fazer as entregas no horário estipulado. Fora isso, não se arrepende de ter escolhido a profissão e recebe vários elogios de clientes no seu dia a dia.
Pessoal, acho bacana isso, mostra como nós que usamos a moto somo também seres humanos como qualquer pessoa da sociedade...