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domingo, 25 de julho de 2010
Leis para o comércio
Digo isso pois não haveria necessidade do colete refletivo se ao invés de obrigar o (a) profissional da moto a gastar comprando tal colete, as fábricas que produzem roupa para chuva (jaquetas e calças) fossem obrigadas a utilizar cores refletivas. Até hoje só vi roupas para uso na chuva de cor preta (masculina) e rosa (feminina), será que pelo menos a jaqueta não poderia ser de uma cor mais visível e refletiva?
E as fitas refletivas? Será que quando fossemos comprar um baú para trabalhar, já poderia-se vir com as faixas refletivas pintadas no baú? Acredito que assim o custo ficaria mais baixo, pois como todos teriam as faixas, aumentaria o consumo e o preço tenderia a cair.
Fico pensando comigo, será que este curso que estão nos obrigando a fazer, não ficaria mais adequado fazê-lo quando se vai tirar e/ou renovar a carteira? Assim, na minha opinião, todos que tirassem carteira de habilitação já teriam este tal curso obrigatório, e aqueles que fossem renovar as habilitações iriam fazendo o curso, com isso não seria necessário fazer o curso agora e gastar o que não temos...
Bem essa é a minha opinião!
domingo, 29 de novembro de 2009
Projeto que altera o CTB
Acabei de ler e de ver na televisão sobre um projeto que está circulando em Brasília que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e essas alterações afetam todos que pilotam motos.
Segundo uma reportagem da Agência Brasil "Fica também proibida a circulação de motos entre veículos ou entre a calçada e veículos, a não ser que o trânsito esteja parado. A proposta também aumenta o período da habilitação provisória de um para dois anos...".
Isso mesmo, se o projeto for aprovado e sancionado nós todos seremos prejudicados, e quando digo todos nós incluo aí os motoristas de carro, caminhão, ônibus além dos passageiros. Imaginem só o tamanho do engarrafamento que será com as motos tendo que ocupar o lugar enfileirado atrás dos demais veículos????!!!!
E como vamos definir quando o trânsito está parado ou circulando em marcha lenta? Pois quando uma moto entra entre os veículos o trânsito está parado e logo após há um pequeno deslocamento, o motoboy é punido por causa disso?
Deve-se criar outra alternativa, pois esta é péssima!
domingo, 11 de outubro de 2009
Em Maceió é discutido o mototáxi
Segundo o Gazeta on line "A sessão contou com a presença de representantes da Procuradoria Regional do Trabalho, do Batalhão de Trânsito e associações comunitárias. A SMTT não mandou representante.A sessão contou com a presença de representantes da Procuradoria Regional do Trabalho, do Batalhão de Trânsito e associações comunitárias. A SMTT não mandou representante."
domingo, 27 de setembro de 2009
Governador do Amapá veta projeto que isentaria ICMS
"O projeto de Lei de autoria do deputado estadual, Camilo Capiberibe (PSB/AP), que garantia a isenção do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), na compra de motos novas em até 250 cilindradas, adquiridas por mototaxistas e motoboys, aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa. Foi vetado na última terça-feira, 23, pelo governador do Estado, Waldez Góes (PDT/AP).Uma das alegações do veto do governador ao projeto seria o desfalque na arrecadação da receita do Estado sem a cobrança do imposto. “Não vejo impacto nenhum, porque o mesmo beneficio é dado hoje aos taxistas”, rebateu Camilo.
Em uma das concessionárias de motocicletas de Macapá, a moto da marca Titan, com partida elétrica, 150cc, sai no valor de R$7.790 á vista. Com a isenção do ICMS, que é de 17%, o preço cairia para R$6.466, ou seja, uma economia de R$1.344. “Isso mostra a falta de compromisso do governo Waldez com os trabalhadores do Estado”, alegou o deputado socialista.
De acordo com o parlamentar, o projeto visava garantir o acesso, principalmente, para a população de baixa renda. “Hoje, as motocicletas se tornaram um dos meios de transportes mais populares do amapaense. Por isso, a necessidade da isenção do imposto, para que o preço possa ficar mais acessível aos trabalhadores. Com essa decisão do governador quem perde é a população”, lamentou o deputado."
Pois é companheiros do asfalto, no Amapá quem precisa da moto pra trabalhar irá gastar R$1.344,00 a mais do que gastaria se o ilustríssimo governador não vetasse o projeto de lei. Mais uma vez fica evidente que se continuarmos desunidos (quando comparados a união profissional dos médicos por exemplo) os políticos continuarão a nos desconsiderar como integrantes da sociedade. Faz-se mais do que necessário que os nossos colegas daquele estado pressionem o governo estadual para que se façam ouvidos. E fica o recado aos motoboys de todas as cidades deste país, vamos nos unir e fazer dessa união a nossa força.
domingo, 21 de junho de 2009
PROJETO DE LEI PARA A ATIVIDADE DE MOTOBOY
Bem estive lendo uma matéria no Destak Jornal que fala sobre um projeto de lei, no qual estabelece normas mais rígidas para quem exerce a atividade de motoboy, como por exemplo, idade mínima de 21 anos, habilitação superior a 2 anos, usar coletes com dispositivos refletivos para luz noturna, fazer curso de especialização. . .
É isso tudo está previsto, segundo o jornal, mas não informa nada sobre custos, visto que tudo gera algum custo quem é que vai pagar por estas mudanças todas? Ah... é claro que o profissional que vai bancar tudo isso, não é?
O jornal não cita o número do tal projeto, mas vou atrás e assim que tiver em mãos público aqui e quem souber de alguma coisa, é só postar nos comentários aí para que todos possam lê-lo.
Abraços e bom trampo a todos...