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domingo, 10 de novembro de 2013

3 abordagens sobre os motoboys

   Boa tarde caros (a) leitores (a), estou a muito tempo sem postar no blog, pois há muito eu não lia nada além de acidentes envolvendo os colegas ou criminosos travestidos de motoboy, que a imprensa insiste em chamar de "Motoboy" e não de "Criminoso, disfarçado de motoboy".
   Porém nesta semana, daus abordagens diferentes para a nossa profissão me chamaram a atenção, pela diferença do assunto entre elas.
  A primeira fala sobre a adequação à nova lei dos motoboys "Seis meses depois da entrada em vigor da nova lei, a maioria das prefeituras do RS ainda não regulamentou a profissão dos motoboys e mototaxistas. A legislação definiu as regras e normas de segurança para o exercício dessas atividades e quem descumpri-las corre o risco de ser multado e ter a motocicleta apreendida." a reportagem ainda cita que "...250 mil profissionais integram a categoria no estado. Desses, a grande maioria está trabalhando em situação irregular. Mesmo que queiram, os motociclistas não conseguem cumprir todas as exigências da nova legislação." (fonte: G1).
  A segunda reportagem fala sobre o mesmo baú transportar material biológico e comida, mas não encontrei nenhuma sugestão de melhora, a não ser uma entrevista com um suposto motoboy que não quis se identificar "Um motofretista, que pediu para não ser identificado, trabalha durante o dia para diversos laboratórios transportando materiais biológicos, como sangue e urina coletados. À noite, ele faz entregas para clientes de um restaurante. Para isso, ele usa um baú diferente, mas alega que muitos colegas não têm o mesmo cuidado.
"A grande maioria. Muitas vezes porque os colegas saem atrasados para o trabalho e ficam com o mesmo baú. Mas não dá nada. Ninguém precisa saber o que a gente carrega aí dentro", disse o motoboy, que admitiu saber de casos onde houve o vazamento até de urina dentro do baú onde eram transportados alimentos." (fonte: G1)
  O que me chama a atenção é o fato de em nenhuma delas, foram ouvidas as opiniões de motoboys envolvidos nas situações.
 Bom devo estar muito exigente ...

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Apenas 3% dos motoboys gauchos fizeram o curso

Se todos os motoboys que não têm o curso obrigatório para exercer a atividade no Rio Grande do Sul deixassem de circular, de cada 100 telentregas, só três chegariam ao destino.

Dos 250 mil profissionais que compõem a categoria no Estado, conforme o Sindicato dos Motoboys (Sindimoto), apenas 8 mil têm na carteira de habilitação o registro que passou a ser cobrado em 2 de fevereiro, após três anos de sucessivas protelações.
Fonte: Zero Hora

domingo, 8 de julho de 2012

A sociedade venceu

 Em Porto Alegre, um motoboy matou um meliante que tentava assaltá-lo.
 Segundo o Diário Gaúcho, o assaltante deixou a arma cair no chão e o motoboy que é ex policial militar o matou.
 Dessa vez a sociedade saiu vencedora ! ! !

sábado, 23 de junho de 2012

Seguro para motoboy

  Vejam esta notícia "A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na última quinta-feira (14) projeto que obriga as empresas que utilizam serviço de motoboy – próprio ou terceirizado – a oferecerem seguro de vida e de invalidez permanente para os motociclistas. O valor do seguro será 30 vezes o salário-base da categoria ou o registrado em carteira, valendo o que for maior." (Fonte: Best Riders).

  Não sou contra um seguro para os motoboys (girls), mas fico com uma pulga atrás da orelha quando o poder público começa a se enveredar por este lado, por um simples motivo: A SOBRECARGA DE TRIBUTOS, TAXAS E OBRIGAÇÕES que recaem sobre os setores produtivos da sociedade.
  É sempre a iniciativa privada que arca com novos custos, e o governo faz o que? Cobra os impostos e taxas? Mas devolve isso tudo em serviços para a sociedade?
  O setor de prestação de serviços de motoboy é composto em sua imensa maioria por micro empreendedores e motoboys autônomos, como este pessoal irá arcar com mais esse custo? Pra que serve a contribuição com a previdência social se ainda teremos que custear um seguro?
  Fico por aqui senhores, até a próxima.

domingo, 30 de maio de 2010

Motociclista cidadão

Um projeto lançado nesta terça-feira, dia 25 de maio, no Centro Administrativo Fernando Ferrari – tem o apoio do Governo do Estado, é o "Motociclista Cidadão" que tem como objetivo dar ênfase aos comportamentos positivos dos motociclistas no trânsito e da sociedade em relação a eles.
Segundo o site Novo Hamburgo "
Por intermédio do Detran/RS, a campanha Motociclista Cidadão, desenvolvida pelo Sindicato dos Motociclistas Profissionais do Rio Grande do Sul – Sindimoto, tem entre as ações previstas para ocorrer ao longo do ano, a atuação junto às Câmaras de Vereadores, distribuição de folhetos, visitas às empresas e entidades representativas da categoria, palestras sobre direitos dos motoboys e eventos em datas comemorativas."
O site ainda fala mais: "
O número de motos circulando no Estado dobrou nos últimos 10 anos, chegando a 895 mil veículos em abril de 2010. O total de condutores na categoria A também cresceu, de 815 mil em 2001 para 1,3 milhão, em abril de 2010, representando 35% do total de condutores.
Desses, 27% (365 mil) exercem atividade remunerada com o veículo. O índice de acidentalidade está entre os mais altos: 4,2 motocicletas em cada 10 mil da frota envolvem-se em acidentes com mortes – para automóveis, o índice é de 2,3.
Isso significa que 17,8 mil motos foram envolvidas em acidentes com vítimas (mortos e feridos) em 2008, 15,8 mil em 2009, e 4,3 mil até abril de 2010.
De acordo com o presidente do Detran/RS, Sérgio Filomena, a campanha Motociclista Cidadão quer começar a reverter esse quadro. “Além disso, acompanha todo um movimento de reconhecimento da profissão e valorização do motociclista profissional que vem com a Lei Federal nº 12.009/09″, ressaltou o presidente da autarquia.
A alta taxa de acidentalidade, segundo o presidente do Sindimoto, Valter Ferreira, está ligada à demanda da sociedade por agilidade nas entregas dos serviços de motoboy, o que contribui para a imagem negativa do motociclista no trânsito, como condutores imprudentes, inconseqüentes ou perigosos.
“Vítimas da própria baixa autoestima, muitos passaram a espelhar esse comportamento e a reação consolidou o pré-conceito como status da classe”, finalizou."

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Estou torcendo para que este projeto consiga conscientizar as pessoas que quando exigem muita rapidez na entrega, as conseqüências são acidentes e loucuras no trânsito.

domingo, 21 de março de 2010

Por que a imprensa insiste em dizer...

Acabei de ler o seguinte título de uma notícia no Mais Comunidade

Motoboy é acusado de atirar em policial

Em um trecho da notícia segue o seguinte "Mesmo depois de ter sido baleado, o acusado, o motoboy, Thiago do Nascimento Gomes, 26 anos, conseguiu fugir à pé em direção a um matagal da quadra. O delegado ainda conta que Thiago foi socorrido por dois colegas, que o levaram para o hospital. “Quando eles deram entrada no hospital um policial civil que estava esperando para ser consultado estranhou a ação do grupo e avisou o Centro Integrado de Atendimento e Despacho de Emergência da PM (Ciade), que enviou uma viatura da PM para averiguar o caso”, completa o delegado. ".

Agora fico pensando comigo, qual o motivo de informar a profissão de Thiago do Nascimento Gomes? Será que só falaram que ele era motoboy pois já há preconceito com a nossa profissão?
Pergunto isso, pois ele atirou quando "estavam num posto de gasolina na BR-070 com um grupo de amigos.", ou seja, o cara não estava trabalhando, mas sim com amigos. ENTÃO QUAL O INTERESSE EM SE FALAR A PROFISSÃO? SE ELE FOSSE MÉDICO, ADVOGADO, CONSULTOR DE EMPRESAS ISSO TAMBÉM SERIA INFORMADO?

Pensem nisso caros leitores e leitoras...

Seguidores

Você que é um (a) profissional motociclista, recomenda esta profissão?

A quanto tempo você é motoboy/motogirl?