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domingo, 30 de maio de 2010

Motociclista cidadão

Um projeto lançado nesta terça-feira, dia 25 de maio, no Centro Administrativo Fernando Ferrari – tem o apoio do Governo do Estado, é o "Motociclista Cidadão" que tem como objetivo dar ênfase aos comportamentos positivos dos motociclistas no trânsito e da sociedade em relação a eles.
Segundo o site Novo Hamburgo "
Por intermédio do Detran/RS, a campanha Motociclista Cidadão, desenvolvida pelo Sindicato dos Motociclistas Profissionais do Rio Grande do Sul – Sindimoto, tem entre as ações previstas para ocorrer ao longo do ano, a atuação junto às Câmaras de Vereadores, distribuição de folhetos, visitas às empresas e entidades representativas da categoria, palestras sobre direitos dos motoboys e eventos em datas comemorativas."
O site ainda fala mais: "
O número de motos circulando no Estado dobrou nos últimos 10 anos, chegando a 895 mil veículos em abril de 2010. O total de condutores na categoria A também cresceu, de 815 mil em 2001 para 1,3 milhão, em abril de 2010, representando 35% do total de condutores.
Desses, 27% (365 mil) exercem atividade remunerada com o veículo. O índice de acidentalidade está entre os mais altos: 4,2 motocicletas em cada 10 mil da frota envolvem-se em acidentes com mortes – para automóveis, o índice é de 2,3.
Isso significa que 17,8 mil motos foram envolvidas em acidentes com vítimas (mortos e feridos) em 2008, 15,8 mil em 2009, e 4,3 mil até abril de 2010.
De acordo com o presidente do Detran/RS, Sérgio Filomena, a campanha Motociclista Cidadão quer começar a reverter esse quadro. “Além disso, acompanha todo um movimento de reconhecimento da profissão e valorização do motociclista profissional que vem com a Lei Federal nº 12.009/09″, ressaltou o presidente da autarquia.
A alta taxa de acidentalidade, segundo o presidente do Sindimoto, Valter Ferreira, está ligada à demanda da sociedade por agilidade nas entregas dos serviços de motoboy, o que contribui para a imagem negativa do motociclista no trânsito, como condutores imprudentes, inconseqüentes ou perigosos.
“Vítimas da própria baixa autoestima, muitos passaram a espelhar esse comportamento e a reação consolidou o pré-conceito como status da classe”, finalizou."

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Estou torcendo para que este projeto consiga conscientizar as pessoas que quando exigem muita rapidez na entrega, as conseqüências são acidentes e loucuras no trânsito.

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